Pai, Carinhos em Silêncio...

Voltando aos tempos de criança
Junto ao peito em abraço apertado,
Quando nos olhos da esperança
Sorrindo, sentindo ser acarinhado

Apenas, mostrava do ser menino
No colo, proteção forte e presente,
Sem medo de sentir o doce mimo
De mãos indicando o ir em frente

Andar, buscar dos pés os caminhos
Iguais aos sonhos contados, ou não
Realizados, guardados no carinho


No exemplo não intimado a seguir,
Mas, como marco da compreensão
De cada um, a sua vida ir e decidir.

Ramoore

 

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